Road Never ends Terça-feira, 12 de novembro, 2013

MIKE KERSHNAR: THE ROAD NEVER ENDS

O Element Advocate Mike Kershnar foi convidado por uma organização de arte para passar dois meses na cidade que inspirou artistas por séculos; Paris. Nos encontramos com ele para saber como a sua primeira semana foi e ouvir dele como está sendo:

“Qual é o mantra do skate? Eu ouvi que é “Skate and Destroy”, e também ouvi “Skate and Create”, mas qual me parece mais verdadeiro é o, “The Road Never Ends”.

Este tipo de “sede por viagens”, apareceu primeiramente na minha consciência de skatista jovem através da revista Thrasher dos anos 90, e ‘Angel Dust” escrita mensalmente por Jake Phelps. Agora adulto, eu sempre me pergunto o que acontece com os skatistas com o passar da vida? Andar de skate é uma forma presente. Skate não é algo para ser lembrado como uma história de criança, mas sim como um processo ativo que acontece hoje e todos os dias em todas as cidades. Como skatista americano que cresceu nos anos 90, eu fui muito influenciado pelo o que Jake Phelps escrevia. Acredito que as palavras que eu li foram, “Explore, ande, viaje e durma embaixo de uma ponte se você tiver, mas vá e aproveite, pois com certeza é melhor do que não ter nem ido”.

Como um artista americano que estava começando a aparecer, me foram oferecidos dois meses de residência em Paris através da organização Break Art Mix. Isso significou um lugar para morar de graça em um loft com inspiração artística no centro de Paris, a cidade que inspirou tantos artistas de Picasso a Hemmingway. Apaixonados e talentosos, eles apareciam para se nutrir das músicas das ruas parisienses e criar através disso. Inspirado por isso, eu me encontrei andando de skate no Rio Sena, coração da Cidade Luz.

E quem estava quebrando taças de vinho e jogando cigarros nos seguranças por toda Paris na minha segunda noite? Uma pessoa extremamente responsável pela minha filosofia global sobre o skate: Jake Phelps, como um lobisomem americano em Paris. Como skatista, eu estava muito grato por estar ali e curtir com a galera dele da SOTY. Era como se Paris estivesse me dando as boas vindas enquanto que Jake estava jogando meus adesivos artísticos no chão.

Hemmingway falou que Paris era como um punho em movimento, o que parece ser verdade. Esculturas douradas, skate e graffiti, tudo junto na mesma rua, ou Rue, como dizem aqui. Eu acredito que os gárgulas e goblins adoram observar nossos skates por volta dessas ruas antigas. “Onde está indo?” pergunte aos fantasmas a noite. Para o pulso em movimento. Cave e venha com tudo.”

Confira algumas fotos: